terça-feira, 10 de julho de 2018

VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NEGRA




VIOLÊNCIAS CONTRA A MULHER NEGRA

Apesar do aumento absoluto no ingresso de mulheres negras no ensino superior nos últimos anos, ainda é evidente a desigualdade racial no ensino superior. A diferença entre mulheres brancas e negras era de 13,9 pontos percentuais em 2009. (IPEA)
10,2% das mulheres negras com mais de 15 anos eram analfabetas em 2015. Entre as mulheres brancas, a taxa é de 4,9%. (IBGE)
Apenas 3,8% das mulheres negras no Brasil ocupam a posição de empregadoras (IPEA)
Mulheres negras ganham aproximadamente 40% da renda média mensal de homens brancos.
Mulheres negras com idade entre 15 e 29 anos têm 2,19 vezes mais chances de serem assassinadas no Brasil do que as brancas na mesma faixa etária (IVJV, 2017).
O Rio Grande do Norte está no topo das desigualdades de homicídios. Mulheres negras morrem 8 vezes mais que as brancas no estado.
59,4% dos registros de violência doméstica no serviço referem-se a mulheres negras.
65,9% das mulheres submetidas a algum tipo de violência obstétrica no Brasil também são pretas ou pardas (Fundação Oswaldo Cruz, 2014)
68,8% das mulheres mortas por agressão no Brasil são negras.
Entre 2003 e 2013, houve uma queda de 9,8% no total de homicídios de mulheres brancas, enquanto os homicídios de negras aumentaram 54,2% (Mapa da Violência 2015)
Em 2015, 52,52% das mulheres negras não viviam uma união estável (IBGE)

#RedomasAcessível Na arte aparece escrito: "68,8% das mulheres mortas por agressão no Brasil são negras - ministério da justiça em 2015 "sobre o fundo marrom claro, como tijolo pixado e com o logo do Redomas. #ProjetoRedomas


Por: Projeto Redomas

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